Famílias

Famílias (Acompanhamento de familiares em consulta de ambulatório)

 

Conviver com alguém dependente não é, de todo, fácil. E, infelizmente, não existem maneiras mágicas de lidar com esta doença. No entanto, a maneira como a família lida com o seu doente pode grandemente aumentar as suas hipóteses de recuperação. Eis algumas tentativas comuns que muitas pessoas perpetuam com o intuito de ajudar o doente:

  • Pedir ao adicto ou até implorar que prometa que não volta a consumir; habitualmente a promessa é feita, mas mais tarde ou mais cedo o consumo retorna.
  • Deitar fora as reservas de álcool ou drogas; outras voltam a aparecer.
  • Ralhar, criticar, ameaçar, discutir, chorar, tomar conta; tentar controlar a vida da pessoa.
  • Assumir responsabilidade pelas consequências do uso como, por exemplo, pagar dívidas, multas, contratar advogados, entre outras.
  • Viver constantemente preocupado com a pessoa doente e o com que ela poderá estar a fazer.
  • Pedir ao médico de família, ao padre, ao psicólogo, ao amigo, que tenha uma “conversa séria” com o doente.

Se se sente incapaz de lidar com a situação que tem chegada a si e a pessoa recusa tratamento, a melhor forma de ajudar este doente pode passar, primeiro, por se ajudar a si mesmo. Na Linha D’Água disponibilizamos também acompanhamento em ambulatório para familiares de adictos que de sintam perdidos e que precisem de suporte e apoio neste caminho tortuoso.

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